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A campanha do candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) protocolou uma representação formal no TSE para exigir a remoção de 221 publicações feitas por aliados do atual governo.

A medida jurídica, ajuizada no dia 9 deste mês, mira perfis ligados ao PT, à CUT, ao coletivo 342 Artes, à Mídia Ninja e a outros defensores da reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com o partido liberal, os apoiadores petistas articularam uma rede de postagens coordenadas para disseminar informações falsas.

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Entre as alegações contestadas na Justiça estão boatos de que o presidenciável defenderia o corte de aposentadorias e o congelamento de benefícios sociais.

Defesa nega censura

Na avaliação da equipe jurídica da candidatura, o pleito não configura censura prévia, mas uma tentativa legítima de barrar a circulação de narrativas inverídicas.

A defesa destacou que não há exigência de cassação de perfis ou punição a seguidores, focando apenas na remoção de conteúdos comprovadamente descontextualizados.

No domingo (11), o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva assumiu a relatoria do processo.

Ele determinou que a equipe jurídica de Flávio detalhe as acusações de irregularidades e individualize as condutas dos alvos.

O magistrado aguarda essa manifestação para emitir um veredito, embora ainda não exista um prazo oficial estabelecido para a decisão final.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil