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Nesta quarta-feira (25/3), o júri popular emitiu seu veredito, condenando Edney Pereira dos Santos a 31 anos de prisão. Ele era acusado de assassinar a tiros sua ex-companheira, Regiane Pires da Silva, dentro de uma loja de autopeças em Anápolis. O trágico evento ocorreu em março de 2024, quando a empresária foi atacada no escritório de um dos estabelecimentos que o casal possuía.
O magistrado Fernando Chacha foi o responsável por conduzir o processo, que resultou na culpabilidade de Edney pelos delitos de feminicídio, homicídio qualificado e porte e disparo ilegal de arma de fogo. O incidente fatal também foi registrado em março de 2024.
Conforme apontado pela denúncia, a relação entre o ex-casal era permeada por episódios de ciúmes, ameaças e violências físicas e verbais, com a vítima tendo formalizado diversas queixas à polícia em diferentes momentos.
No final de 2023, a Justiça havia imposto medidas protetivas, ordenando o afastamento do acusado. Contudo, no início de 2024, o pedido de divórcio da vítima intensificou os desentendimentos, especialmente devido à disputa pela propriedade de duas lojas do setor na localidade.
A acusação detalhou que, em 28 de março de 2024, por volta das 13h, o réu dirigiu-se ao local de trabalho de sua ex-parceira, desobedecendo a ordem de restrição. Após uma altercação, ele disparou contra ela a curta distância, resultando em seu falecimento.
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