GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

A Auditoria da Justiça Militar do Rio de Janeiro recebeu novas acusações formais contra oito agentes que atuaram na Operação Contenção, realizada em 28 de outubro de 2025 nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da capital fluminense, ação que terminou com 122 mortes.

Os policiais militares foram denunciados por delitos como invasão de domicílio, furto e recusa de obediência militar. A iniciativa partiu do Grupo de Atuação Especializada (Gaesp) do MPRJ.

O Ministério Público do Rio de Janeiro adotou uma série de providências após a incursão, no âmbito da investigação independente conduzida pelo Gaesp.

Publicidade
Publicidade

Leia Também:

Entre as medidas iniciais estão a instauração de Procedimento Investigatório Criminal autônomo, monitoramento em tempo real e o acionamento dos protocolos da ADPF 635, a chamada ADPF das Favelas.

O trabalho também envolveu o eixo técnico-científico, com a elaboração de laudos sobre as vítimas e a análise de mais de 3.600 horas de gravações captadas pelas câmeras corporais dos agentes.

Até o momento, o MPRJ apresentou seis denúncias contra 17 policiais por ilegalidades. As acusações envolvem furto de peças de veículos, subtração de bens, invasões e tentativas de obstruir os equipamentos de gravação.

Contexto da ação no Rio de Janeiro

A investida, executada pelo governo estadual, é considerada a mais letal da história do país e visava conter o avanço do Comando Vermelho (CV). No total, 23 pessoas foram presas durante o cumprimento de mandados.

FONTE/CRÉDITOS: Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil