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O ministro Marco Aurélio Buzzi, do TSE, estabeleceu um prazo de 24 horas para que a Meta comprove ações de isonomia na distribuição de postagens políticas e anúncios de campanha durante o segundo turno presidencial.

Essa nova determinação ocorreu após a companhia falhar em cumprir a exigência inicial de 72 horas para prestar esclarecimentos à Corte.

A ação teve origem em um pedido da coligação de Luiz Inácio Lula da Silva, que apontou um suposto favorecimento a adversários e desequilíbrio no impulsionamento pago.

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Uma reclamação com teor semelhante também foi protocolada no tribunal pela campanha do candidato Flávio Bolsonaro.

Na última sexta-feira (16), o plenário do tribunal manteve a ordem para tratamento igualitário das candidaturas, fixando multa inicial de R$ 500 mil.

Nesta segunda-feira (19), a penalidade diária por descumprimento foi ampliada para R$ 1 milhão diante da falta de envio dos dados solicitados.

Entre os pontos que a empresa precisa esclarecer estão o funcionamento dos algoritmos de recomendação e métricas de alcance dos anúncios.

A corte também exigiu relatórios sobre perfis inautênticos e o controle de mídias geradas ou modificadas por inteligência artificial.

Posicionamento da empresa

Em resposta às acusações, a Meta destacou que seguiu as determinações judiciais ao proibir a recomendação de políticos em suas redes.

“Em cumprimento às regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles”, pontuou a companhia.

FONTE/CRÉDITOS: Felipe Pontes - Repórter da Agência Brasil