O morador de Middlesbrough, no Reino Unido, James Bainbridge, de 35 anos, foi diagnosticado com um câncer raro no estômago em estágio 4 após apresentar sinais persistentes de refluxo e perda acentuada de peso no início deste ano.

Inicialmente, os médicos suspeitavam de uma hérnia. No entanto, exames aprofundados confirmaram a presença de linite plástica, uma neoplasia agressiva que endurece as paredes do órgão e que já havia atingido outros locais do corpo do paciente.

Conforme pesquisas médicas, essa forma grave de tumor espessa a estrutura gástrica, dificultando a passagem adequada dos alimentos. A ausência de sintomas específicos nos estágios iniciais muitas vezes atrasa o diagnóstico, reduzindo as chances de tratamento curativo.

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Atualmente, James está em tratamento com sessões de quimioterapia e imunoterapia, necessitando do auxílio de uma sonda para conseguir se alimentar adequadamente durante o processo.

Sintomas de câncer de estômago

Embora os primeiros sinais de um tumor gástrico sejam frequentemente confundidos com episódios de má digestão, úlceras ou gastrites, é crucial ter atenção ao corpo. Dentre as principais manifestações estão:

  • Perda involuntária de peso e de apetite;
  • Sensação contínua de estômago cheio, náuseas e vômitos;
  • Fadiga constante e desconforto abdominal persistente;
  • Fezes escurecidas e pastosas, indicando presença de sangue digerido.

Os especialistas ressaltam que, caso esses desconfortos permaneçam por mais de duas semanas, o acompanhamento médico imediato torna-se indispensável.

Impacto familiar e apelo à saúde

Diante do quadro e da ausência de cobertura do seguro de saúde para doenças graves, o irmão gêmeo de James, Tom Bainbridge, lançou uma arrecadação na plataforma GoFundMe para custear o tratamento.

Tom destacou a coragem do irmão ao enfrentar um processo de tratamento extenuante e frequentes internações hospitalares.

Em paralelo, a noiva de James utilizou a rede social Facebook para fazer um apelo sobre a relevância do diagnóstico precoce, incentivando as pessoas a investigar qualquer sintoma persistente junto aos médicos.

FONTE/CRÉDITOS: Ailton Oliveira