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Especialistas em saúde alertam que o estrangulamento sexual pode provocar complicações graves, como acidente vascular cerebral (AVC), convulsões e até mesmo a morte. A prática envolve a aplicação de pressão no pescoço durante a relação.

Essa ação restringe o fluxo sanguíneo e a oxigenação cerebral. Segundo o Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS), o hábito pode gerar danos neurológicos severos e lesões em vasos sanguíneos fundamentais.

Estudos internacionais mostram que a conduta tem se tornado mais comum entre adultos jovens. Pesquisadores apontam que a normalização do comportamento e a influência digital impulsionam essa alta.

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Riscos invisíveis e sem segurança

Profissionais reforçam que não há maneira segura de realizar tal ato. A ausência de marcas aparentes na pele não exclui a possibilidade de ferimentos internos graves decorrentes da falta de oxigênio.

Os sintomas de complicações podem surgir horas ou até dias depois. Sinais como dor cervical, alterações na voz, cefaleia intensa e confusão mental exigem avaliação médica imediata.

Em casos de desmaios, crises convulsivas ou problemas respiratórios, o socorro de urgência deve ser acionado rapidamente. No Brasil, o atendimento pode ser feito pelo Samu através do número 192.

FONTE/CRÉDITOS: Redação Radar