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O Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) determinou o retorno da prisão preventiva do sargento Hebert Francisco Póvoa nesta quarta-feira, 7 de outubro, durante desdobramentos de investigações conduzidas em Luziânia.
Ao analisar embargos de declaração apresentados pelo Ministério Público de Goiás (MPGO), a corte reverteu a concessão anterior de habeas corpus. A medida visa assegurar a ordem pública e resultou na emissão de um novo mandado de detenção.
Conforme apurações divulgadas, o militar não foi encontrado pelas autoridades e era considerado foragido no momento da nova deliberação judicial.
O sargento havia conseguido um habeas corpus em agosto, com alvará de soltura emitido no dia 11. No entanto, o desembargador Itaney Francisco Campos solicitou vista do processo para reavaliar o caso.
Investigação sobre extorsão e tortura
Hebert Póvoa e sua esposa, a advogada Tatiane Meireles, foram detidos inicialmente em novembro de 2025. A operação da Polícia Civil de Goiás apura supostas práticas de agiotagem, lavagem de dinheiro e extorsão.
De acordo com os autos, o grupo utilizava ameaças graves e agressões físicas com tacos de beisebol e cassetetes para forçar o pagamento de dívidas.
Registros em vídeo analisados durante o inquérito mostram uma vítima sendo agredida e intimidada com arma de fogo. A defesa dos citados não foi localizada para comentar a decisão, e o espaço segue aberto.
O post TJGO restabelece prisão de Hebert Póvoa em investigação sobre extorsão e tortura em Luziânia apareceu primeiro em Jornal Democrático.
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