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Na última quarta-feira, o partido Republicanos oficializou o apoio do Republicanos à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) para a Presidência da República no segundo turno. O anúncio ocorreu na sede da legenda, em Brasília, liderado pelo deputado federal Marcos Pereira, com o objetivo de fortalecer a coalizão de centro-direita contra o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Durante o evento, Marcos Pereira destacou que, embora a Executiva Nacional apoie o senador do PL, a sigla respeitará as particularidades regionais em estados como Pernambuco e Paraíba. De acordo com o dirigente, as lideranças locais possuem autonomia para decidir os melhores caminhos em suas respectivas regiões, sem interferência direta dos gabinetes federais.

O ato político contou com a presença de importantes lideranças da legenda, incluindo o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o senador eleito por Minas Gerais, Cleitinho Azevedo. Com esse movimento, a sigla encerra sua postura de neutralidade adotada na primeira etapa do pleito e se junta a outros partidos como União Brasil, PP e Novo.

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Essa articulação representa um revés estratégico para a campanha de Lula, que terminou o primeiro turno com uma desvantagem de 1,87 ponto porcentual, o equivalente a pouco mais de 2,2 milhões de votos atrás de Flávio Bolsonaro. O petista ainda busca ampliar suas alianças além dos partidos tradicionais de esquerda.

Críticas dos aliados à oposição

O governador paulista, Tarcísio de Freitas, demonstrou forte otimismo e afirmou que a campanha adversária demonstra preocupação com o crescimento de Flávio Bolsonaro. Em tom crítico, Tarcísio comparou a situação da oposição ao naufrágio do Titanic, sugerindo que os adversários tentam manter as aparências diante de uma derrota iminente.

Por fim, o governador de São Paulo declarou que a vitória de Flávio consolidará a aposentadoria definitiva do Partido dos Trabalhadores no cenário nacional. Segundo ele, o resultado das urnas funcionará como um "cartão vermelho" definitivo para a sigla rival.

FONTE/CRÉDITOS: Redação Radar