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A recente ofensiva jurídica liderada por André Mendonça contra o colega Alexandre de Moraes tem potencial para alterar a liderança do Supremo Tribunal Federal. O movimento pode colocar Nunes Marques na presidência da Corte a partir de setembro de 2027.
Atualmente, o regimento e a tradição indicam que Moraes assumiria o comando do tribunal logo após o término do mandato de Edson Fachin. No entanto, o cenário pode mudar radicalmente.
Caso o magistrado seja afastado de suas funções por conta das investigações do Caso Master, ele ficará impedido de assumir a chefia do Poder Judiciário.
Diante dessa eventual ausência, a linha sucessória aponta para Nunes Marques, nomeado por Jair Bolsonaro em 2020. Ele assumiria o topo da Corte com Mendonça na vice-presidência.
Vale lembrar que a escolha do presidente do STF segue uma tradição de antiguidade entre os ministros que ainda não chefiaram a instituição.
A sequência natural previa Moraes no biênio 2027-2029 e Nunes Marques apenas no ciclo seguinte. Outros nomes como Cristiano Zanin e Flávio Dino também integram a fila de futuros dirigentes.
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