O empresário e biohacker americano Bryan Johnson, de 48 anos, mundialmente conhecido por seus ambiciosos projetos e investimentos milionários em busca da longevidade e da "juventude eterna", revelou recentemente ter sido diagnosticado com uma gastrite autoimune incurável. A condição, que surpreende diante de sua rotina rigorosa, representa um desafio significativo para o bilionário.

Em suas redes sociais, Johnson compartilhou que seu "estômago está devorando a si mesmo", uma descrição impactante da doença. Ele destacou que essa condição rara afeta uma parcela estimada de 2% a 5% da população global, e as chances de cura são consideradas baixíssimas.

"A medicina tradicional admite a derrota, afirmando que nada pode ser feito além de controlar a doença", declarou o biohacker, expressando a complexidade do seu diagnóstico. Apesar do prognóstico desafiador, Bryan Johnson afirmou que lutará para encontrar uma solução para a condição.

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Os métodos extremos de Bryan Johnson

Johnson é famoso por adotar medidas drásticas em sua tentativa de reverter o processo de envelhecimento, incluindo uma controversa transfusão de sangue com seu filho como parte de seus experimentos de rejuvenescimento.

Bilionário investe fortuna para combater o envelhecimento

Magnata do setor de tecnologia, residente em Utah, nos Estados Unidos, Bryan Johnson não poupa recursos em sua meta de rejuvenescer e alcançar a vitalidade de uma pessoa de 18 anos. Seus gastos anuais nessa empreitada chegam a cerca de US$ 2 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 9,8 milhões.

Entre seus hábitos diários, Johnson revelou em uma interação no Twitter que sua última refeição é feita por volta das 11h. Sua rotina inclui, ainda, a medição diária da temperatura corporal e um rigoroso programa de exercícios físicos, dividido em 25 etapas distintas.

Após a intensa atividade física, sua alimentação é estritamente focada em itens que promovem a saúde, excluindo qualquer produto de origem animal. Sua dieta é composta por vegetais como brócolis, gengibre, alho e couve-flor, entre outros.

FONTE/CRÉDITOS: Rebeca Oliveira