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A Polícia Federal cancelou os passaportes de Flávio Bolsonaro nesta semana. A decisão foi tomada após o senador descumprir a determinação judicial para entregar os documentos às autoridades competentes.

Até o momento, os registros oficiais não apontam nenhuma saída formal do parlamentar do território nacional através dos postos tradicionais de imigração.

Com o descumprimento, a corporação informou que irá comunicar oficialmente o ministro Alexandre de Moraes, do STF, sobre a recusa no cumprimento da ordem.

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Essa invalidação dos documentos surge no momento em que circulam suspeitas sobre uma suposta tentativa de cruzar a fronteira em direção à Argentina utilizando apenas um documento de identidade.

A hipótese inicial apontava que o plano envolveria embarcar em um jato executivo com destino aos Estados Unidos a partir de solo argentino.

O caso ganhou repercussão após uma reportagem publicada pelo portal argentino Infobae indicar a suposta presença do político na região fronteiriça.

Apesar disso, autoridades da Casa Rosada declararam publicamente que não há registros oficiais de entrada do senador no país vizinho.

O parlamentar atualmente é alvo de investigações que tramitam no Supremo Tribunal Federal envolvendo suspeitas de lavagem de dinheiro e financiamento de produções audiovisuais.

Situação de familiares

Enquanto isso, seu irmão, Eduardo Bolsonaro, permanece nos Estados Unidos mesmo enfrentando um mandado de prisão em aberto no Brasil.

O ex-deputado federal teve seu mandato cassado e foi condenado a quatro anos de reclusão devido a articulações políticas internacionais.

Posicionamento partidário

Apesar da postura do senador em relação ao pleito, o Partido Liberal reconheceu oficialmente a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas urnas.

O atual presidente garantiu a reeleição superando seu adversário com uma vantagem superior a 4,4 milhões de votos na disputa nacional.

FONTE/CRÉDITOS: Pedro Peduzzi - repórter da Agência Brasil