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A última pesquisa Quaest divulgada na manhã da quarta-feira (21/10) trouxe alívio e entusiasmo para os bastidores da campanha de Lula na corrida presidencial. Auxiliares do petista identificaram três dados estratégicos fundamentais para energizar a militância na reta final rumo ao segundo turno.
O primeiro ponto de comemoração foi a queda na rejeição. O levantamento indicou que a taxa de rejeição ao atual presidente recuou de 53% para 47% em uma semana. No mesmo período, a rejeição ao adversário Flávio Bolsonaro (PL) foi para 52%.
Outro fator celebrado por aliados foi o crescimento expressivo do grupo de indecisos na modalidade espontânea. O índice dobrou, saltando de 7% para 14%, o que comprova que o voto continua em aberto.
Houve expansão da indecisão entre mulheres (de 8% para 17%) e eleitores independentes (de 13% para 31%). Um ministro avaliou que a estratégia atual está fazendo o eleitorado reavaliar suas escolhas.
O terceiro indicador relevante mostrou que 44% dos entrevistados temem o retorno da família Bolsonaro ao poder. Esse percentual supera os 42% que dizem temer a reeleição de Lula.
O secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, apontou que o levantamento reflete o medo do retrocesso econômico e social. Para ele, o eleitor começa a enxergar a oposição como um caminho de insegurança.
No cenário geral de intenções de voto, Flávio registrou 45% contra 44% de Lula, configurando um empate técnico na margem de erro. Na semana anterior, o placar apontava 46% a 44%.
Para a coordenação da campanha de Lula, esses números fornecem o combustível necessário para intensificar a mobilização nas ruas e redes sociais até o domingo (25/10).
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