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O tema da redação do enem em 2026 é “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal”. A revelação foi feita pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, por meio de suas redes sociais.

O Exame Nacional do Ensino Médio começou a ser aplicado em todo o país pontualmente às 13h30, no horário de Brasília. Os portões dos locais de prova foram fechados mais cedo, às 13h.

A prova escrita tem grande peso na avaliação geral dos estudantes. Ela corresponde a 20% da nota final do exame e exige a produção de um texto no formato dissertativo-argumentativo.

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Os participantes devem escrever entre oito e trinta linhas. Cada inscrito recebe uma folha de rascunho, mas apenas o texto passado a limpo para a folha oficial será corrigido pelos avaliadores.

Para alcançar um bom desempenho, é fundamental conhecer o estilo exigido pela banca examinadora. As orientações detalhadas constam no Guia do Participante.

O estudante precisa fundamentar sua tese com argumentos sólidos. O objetivo principal é convencer o leitor a respeito do ponto de vista defendido ao longo do texto.

“É preciso, portanto, expor e explicar ideias”, aponta o Guia do Participante. A cartilha reforça que a prova é argumentativa ao defender uma opinião e dissertativa ao usar justificativas.

Critérios de avaliação

Os corretores atribuem notas de zero a 200 para cinco competências distintas. A soma resulta na pontuação total, que pode alcançar até mil pontos.

As cinco habilidades avaliadas no exame incluem o domínio da norma culta e a aplicação de repertório sociocultural produtivo.

Também são analisadas a capacidade de argumentação, o uso de recursos linguísticos e a elaboração de uma proposta de intervenção social.

O que pode zerar a prova?

Algumas situações levam à anulação automática do texto, conforme as regras estabelecidas no edital oficial.

Fuga total ao tema, textos com menos de oito linhas e desrespeito aos direitos humanos zeram a redação.

FONTE/CRÉDITOS: Felipe Pontes - repórter da Agência Brasil