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O voto sem biometria está totalmente liberado no segundo turno das eleições, permitindo que cidadãos sem cadastro das impressões digitais votem normalmente no próximo domingo. A Justiça Eleitoral reforça que a ausência do registro biométrico não impede o exercício da cidadania nas urnas eletrônicas.

De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cerca de 10,99% do eleitorado brasileiro ainda não realizou o cadastramento. A coleta de dados ficou suspensa após o fechamento do cadastro eleitoral em 6 de maio. Nas seções localizadas no exterior, a identificação biométrica também não é adotada.

Identificação e validação no dia da votação

Para os cidadãos com biometria cadastrada, a verificação ocorre no leitor da urna por meio das impressões digitais. O sistema autoriza até quatro tentativas de validação. Caso a identificação não seja confirmada após essas tentativas, o mesário solicitará a data de nascimento do eleitor para liberar a votação.

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Já quem não possui a biometria cadastrada deve confirmar a identidade apresentando um documento oficial com foto. Entre as opções aceitas estão a Carteira de Identidade Nacional e a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Importância e obrigatoriedade da biometria

O procedimento biométrico engloba a coleta das impressões digitais, assinatura e fotografia digital. Esse conjunto de dados garante maior segurança ao pleito, previne duplicidade de registros, agiliza o atendimento e integra a base da Identificação Civil Nacional (ICN).

Apesar de não proibir o voto no domingo, a biometria é obrigatória para operações no cadastro eleitoral, como a emissão do primeiro título, transferência de domicílio e atualização de dados pessoais.

FONTE/CRÉDITOS: Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil