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Os atentados de 11 de Setembro marcaram a história mundial não apenas pela destruição das Torres Gêmeas em Nova York, mas também por uma ofensiva coordenada da Al-Qaeda que utilizou quatro aeronaves comerciais em missões suicidas contra pontos estratégicos dos Estados Unidos.
Naquela manhã de 2001, 19 terroristas assumiram o controle de voos comerciais simultaneamente. Enquanto dois aviões atingiram o World Trade Center, os outros alvos visavam o coração militar e político do país.
Voo 77 e o impacto no Pentágono
O American Airlines 77 decolou da Virgínia com rumo a Los Angeles. Contudo, após o sequestro, a rota foi alterada em direção à região de Washington, D.C.
Às 9h37, a aeronave colidiu contra o lado oeste do Pentágono. O impacto resultou na morte de todas as 64 pessoas a bordo e de outras 120 presentes no edifício militar.
A resistência heroica do Voo 93
O United Airlines 93 sofreu atrasos na decolagem em Nova Jersey, o que permitiu que passageiros soubessem dos ataques anteriores por meio de ligações telefônicas.
Compreendendo que integravam uma ação suicida, um grupo de passageiros e tripulantes enfrentou os sequestradores para retomar o controle da cabine.
O avião acabou caindo em um campo na Pensilvânia às 10h03, impedindo que atingisse símbolos como a Casa Branca ou o Capitólio.
Transformações globais
A tragédia resultou em 2.977 mortes e transformou profundamente as políticas de segurança e a aviação civil em todo o mundo.
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