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Uma ação de campanha do candidato a deputado federal Dário de Moura, conhecido como Dário 4e20 (PSol), envolvendo um pé de maconha, terminou com a intervenção da Polícia Militar no centro de Belo Horizonte nesta quarta-feira (16/9).
O candidato, conhecido pela militância pró-maconha, levou a planta para a Praça Sete com o objetivo de divulgar suas propostas políticas.
Durante a abordagem no início da tarde, um policial militar questionou o político sobre a origem do entorpecente. Dário explicou que o cultivo era respaldado por um habeas corpus e apresentou o documento no local.
“A princípio se espantou muito. Me abordou perguntando: ‘O que é isso? O que você está querendo fazer com isso? Que planta é essa?’”, relatou o candidato.
Desdobramentos da abordagem
Apesar da apresentação da autorização judicial, outros policiais militares chegaram ao ponto da campanha para reavaliar a ocorrência com os envolvidos.
Um tenente determinou que a planta fosse recolhida para o registro formal dos fatos. Dário não precisou acompanhar a guarnição até a delegacia.
Antes da decisão final dos agentes, o candidato avaliava que a fiscalização inicial havia sido concluída sem maiores problemas para a sua equipe.
“Eles fizeram o trabalho deles. Conferiram o habeas corpus, viram as condições e fizemos os esclarecimentos necessários”, declarou o político.
Objetivo da manifestação
Acompanhado pelo beneficiário da decisão judicial e por um advogado, Dário afirmou que a planta exibida era um exemplar macho de cannabis.
O intuito da mobilização era fomentar o debate sobre a regulamentação do cultivo medicinal da erva no país.
“Estávamos mostrando para a população os benefícios da planta e por que lutamos pela regularização”, concluiu o candidato.
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