GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

O chefe de auditorias da autoridade sanitária europeia, Eric Thévenard, estimou que o brasil não voltará a vender carne bovina para a união europeia em menos de dois anos.

“O tempo entre nascimento e abate é de cerca de dois anos, então vocês podem calcular: nada antes de dois anos, em teoria”, explicou Thévenard a membros do parlamento europeu sobre a suspensão dos embarques.

As vendas externas estão paralisadas desde o início do mês. A alegação do bloco é que o país falha em cumprir normas rígidas contra o uso de antimicrobianos proibidos para humanos e animais.

Publicidade

Leia Também:

A situação da carne bovina é complexa porque os europeus exigem que o animal viva sob novos protocolos desde o nascimento, um ciclo que ultrapassa 18 meses de duração.

Questionamentos sobre os controles

Durante a sessão, parlamentares criticaram a qualidade do monitoramento brasileiro. Deputados apontaram a facilidade na compra de antibióticos e a falta de rastreabilidade individual do gado.

Outro ponto levantado foi o recente recolhimento de lotes contendo estradiol, um hormônio banido na pecuária da união europeia, o que gerou desconfiança entre os consumidores locais.

Medidas para a retomada

Para contornar o embargo, o ministério da agricultura apresentou novas garantias normativas. Entre elas estão protocolos privados de auditoria e regras mais duras de controle de medicamentos.

O governo agora aguarda uma inspeção presencial para comprovar a eficácia das mudanças, seguindo o mesmo processo bem-sucedido adotado para o setor avícola.

Frango e mel liberados

Enquanto o setor bovino aguarda, a autoridade sanitária concluiu que os controles aplicados às cadeias de frango e mel são satisfatórios. A relistagem oficial para esses produtos deve ocorrer em outubro.

Em 2025, o país movimentou bilhões com essas transações comerciais para o mercado europeu, consolidando a importância das negociações diplomáticas e sanitárias.

FONTE/CRÉDITOS: Fernando Henrique - Estágio DM