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O Banco de Brasília (BRB) afastou de forma cautelar cinco funcionários citados nas investigações do caso master. A decisão foi confirmada pela instituição financeira nesta segunda-feira.
De acordo com o banco, a medida foi autorizada pelo Conselho de Administração. A cúpula reforçou que o afastamento é preventivo e não representa antecipação de culpa sobre os fatos apurados.
Queda de sigilo e defesa
A revelação dos nomes ocorreu após o Supremo Tribunal Federal retirar o sigilo dos autos. Em nota oficial, o BRB declarou ser vítima de atos criminosos e viu na medida judicial uma oportunidade de transparência.
A administração atual destacou que promoveu a renovação da diretoria. Também contratou auditoria forense independente para examinar as operações sob escrutínio.
Os dados levantados pelas auditorias foram repassados a órgãos como Polícia Federal e Banco Central. A instituição reiterou seu compromisso com a cooperação para o ressarcimento de prejuízos e proteção patrimonial.
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