No dia 12 de agosto, o céu será palco de um eclipse solar total, momento em que a Lua se posicionará entre o Sol e a Terra para bloquear a luz solar por pouco mais de dois minutos. Embora o fenômeno não seja visível diretamente do Brasil, especialistas destacam que os desdobramentos astrológicos influenciam todo o planeta.

De acordo com a astróloga Ananda Guerra, o evento funciona como um acelerador de acontecimentos. A especialista explica que a data marca o encerramento de etapas e o início de novos ciclos, com efeitos que podem se estender ao longo dos próximos seis meses.

O alinhamento do eclipse solar simboliza um portal para a transformação. "É como se o universo apagasse temporariamente a luz para que possamos enxergar aquilo que precisa ser transformado", afirma Ananda, lembrando que oportunidades e revelações inesperadas costumam surgir nesse período.

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A astróloga ressalta que os efeitos variam conforme o mapa astral de cada indivíduo. Devido à carga energética intensa e imprevisível, a orientação é evitar grandes rituais na data exata, dando preferência à introspecção, limpeza emocional e reflexão profunda.

"É recomendado não agir por impulso. Se possível, espere alguns dias antes de tomar decisões importantes, especialmente se forem motivadas por emoções intensas", aconselha Ananda.

Como aproveitar as energias do momento

  • Reflita sobre as áreas da sua vida que necessitam de renovação.
  • Mantenha-se receptivo a oportunidades imprevistas.
  • Evite o excesso de controle e observe os sinais e conversas do dia a dia.
  • Registre suas intenções e planeje as metas para os meses seguintes.

Como acompanhar a observação do fenômeno

A visualização total da escuridão estará restrita a uma faixa do Hemisfério Norte, passando por locais como Groenlândia, Islândia, Espanha, norte da Rússia e trechos de Portugal. No restante da Europa, a observação ocorrerá apenas de forma parcial.

Para quem está no Brasil, a alternativa será acompanhar o evento virtualmente. Transmissões ao vivo serão realizadas pelos canais oficiais da Nasa, da Agência Espacial Europeia e do The Virtual Telescope Project.

FONTE/CRÉDITOS: Ailim Cabral