Espaço para comunicar erros nesta postagem
O corpo do empresário morto em Carapicuíba, Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos, é velado nesta sexta-feira (24/7) na Grande São Paulo. Ele foi localizado pela Polícia Militar na tarde de quinta-feira (23/7) em uma área de mata próxima ao Rio Cotia, na divisa com Jandira, após ser vítima de uma emboscada.
A noiva do comerciante, Juliana Castro, confirmou que as homenagens de despedida e o sepultamento ocorrem no município paulista. Nas redes sociais, ela prestou uma última homenagem ao companheiro, ressaltando sua generosidade e a dedicação com que cuidava das pessoas ao seu redor.
"O Marcelo não foi apenas o homem que eu amava. Ele foi um ser humano extraordinário, de coração generoso, que dedicou sua vida a fazer o bem", declarou Juliana sobre o empresário, que estava desaparecido desde meados de julho.
Prisão dos suspeitos e avanço da investigação
Também na quinta-feira (23/7), a Polícia Civil efetuou a prisão do quarto envolvido no caso. Trata-se de Lucas Jaime de Oliveira Moura da Silva, conhecido como Capivara. Embora o investigado alegue inocência, os policiais reuniram elementos probatórios que apontam sua participação na ação criminosa.
Com essa captura, todos os quatro suspeitos apontados no inquérito estão detidos: Lucas Soares de Lima, Paulo Sérgio Soares de Almeida, Júlio César Moura Batista e Lucas Jaime. Lucas Soares e Paulo Sérgio, que são irmãos, acabaram denunciados à polícia pela própria mãe.
A dinâmica do sequestro
Segundo as investigações, a vítima mantinha um relacionamento amoroso reservado com Lucas Soares de Lima, apontado como o articulador do crime. Marcelo bancava o suspeito com presentes e ajuda financeira, conforme apontam registros de conversas obtidos pelos investigadores.
O empresário foi atraído por Lucas para um falso encontro em Carapicuíba. Ao chegar ao local combinado, Marcelo acabou dominado, amarrado e agredido por outros dois cúmplices, sendo levado para uma comunidade e, posteriormente, até a área de mata perto do rio.
A equipe policial trabalha com a tese de que o empresário vinha sendo monitorado e acabou executado porque os criminosos temiam ser identificados por ele. Em um dos celulares apreendidos, foi localizado um vídeo gravado pelos suspeitos com a vítima amordaçada no cativeiro.
Legado social e projeto solidário
Marcelo atuava nos setores de demolição e locação de máquinas para a construção civil. Em 2021, o empresário vivenciou a perda da filha de apenas 1 ano para o câncer.
Em memória da criança, ele fundou o projeto social Guiados por uma Estrela, iniciativa dedicada a prestar assistência a pessoas em situação de vulnerabilidade.
Nossas notícias
no celular

Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se