O avanço do El Niño tem provocado impactos diretos na saúde pública do Brasil. O fenômeno, que altera as temperaturas globais e os índices de umidade, atua intensificando quadros de alergias respiratórias e agravando doenças pulmonares em várias regiões do país.

As oscilações térmicas extremas e a poluição atmosférica fragilizam as vias aéreas. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, as mudanças climáticas exacerbam os sintomas de condições como asma e rinite alérgica.

Cuidados essenciais dentro de casa

Para reduzir a exposição a alérgenos no domicílio, a principal recomendação é realizar a limpeza mecânica frequente. O uso de aspiradores com filtro HEPA em colchões e sofás ajuda a eliminar ácaros e poeira acumulada.

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Também é fundamental manter os ambientes bem ventilados. No entanto, o uso de aparelhos de ar-condicionado exige higienização constante para evitar a proliferação de fungos e bactérias prejudiciais à saúde.

Riscos da automedicação

Especialistas alertam contra o uso indiscriminado de descongestionantes nasais. Embora tragam alívio imediato, esses medicamentos podem causar efeito rebote e dependência química, agravando ainda mais a congestão.

O tratamento adequado para crises alérgicas deve ser indicado por profissionais da saúde. O uso incorreto de remédios, especialmente por crianças e idosos, pode gerar complicações neurológicas e cardiovasculares.

FONTE/CRÉDITOS: Fernando Henrique - Estágio DM