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Na última sexta-feira, a Embaixada dos Estados Unidos emitiu um alerta urgente sobre um preocupante surto de diarreia em Cuba. O comunicado adverte moradores e viajantes de que a deterioração severa das redes de energia e saneamento básico no país caribenho provocou um aumento de infecções gastrointestinais graves.

De acordo com o órgão diplomático, houve um crescimento notável nos diagnósticos de doenças causadas por patógenos como a bactéria E. coli, norovírus e Shigella. A crise na infraestrutura local prejudica diretamente o abastecimento de água potável, inviabiliza a refrigeração adequada de alimentos e impede o controle térmico essencial para evitar a proliferação desses agentes.

Atualmente, Cuba enfrenta longos apagões sistemáticos. O cenário piorou após a retenção de carregamentos de petróleo da Venezuela, principal fornecedora da ilha. Sem combustível, as usinas termelétricas cubanas não conseguem suprir a demanda nacional. Washington justifica as sanções históricas alegando que o regime cubano representa uma ameaça à segurança dos EUA.

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Além do risco de contaminação, a embaixada ressaltou que insumos médicos básicos, como analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos, estão em falta nas farmácias e hospitais de Cuba. Diante do desabastecimento generalizado, o governo americano divulgou uma lista de recomendações preventivas cruciais para quem está no país.

  • Evite consumir carnes, ovos e laticínios que possam ter sido armazenados sem refrigeração adequada.
  • Não consuma alimentos expostos à temperatura ambiente por muito tempo ou vegetais crus mal lavados.
  • Higienize as mãos constantemente com água e sabão, pois o álcool em gel é menos eficaz contra o norovírus.
  • Utilize apenas água mineral engarrafada e lacrada para beber, cozinhar e escovar os dentes.
FONTE/CRÉDITOS: Thays Martins