O Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil rejeitou a oferta do governo estadual e manteve a greve da CPTM por tempo indeterminado em São Paulo. A paralisação afeta diretamente as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade.

Lideranças da categoria se reuniram com representantes da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, mas decidiram estender a interrupção dos serviços. O impasse ocorre pela falta de garantia de empregos.

Usuários do Metrô de São Paulo sentiram fortes reflexos no transporte. As linhas 1-Azul e 3-Vermelha registraram superlotação e filas expressivas, com maior impacto na zona leste da capital.

Publicidade

Leia Também:

Para amenizar os transtornos, o Metrô antecipou a abertura das estações para as 4h da manhã. O Paese acionou dezenas de ônibus, enquanto a prefeitura suspendeu o rodízio de veículos.

Cobranças e acusações

A CPTM afirmou que o sindicato desrespeitou a ordem judicial de manter 80% do efetivo no pico. A empresa pode aplicar multa diária de R$ 400 mil pela falha na operação mínima.

Por sua vez, os trabalhadores exigem estabilidade funcional. A categoria teme demissões com o avanço das concessões e cobra o apoio do governo a projetos na Alesp.

FONTE/CRÉDITOS: Gabrielle Gonçalves