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O plenário do Supremo Tribunal Federal vive um clima de alta expectativa para o julgamento no STF referente à crise do Banco Master, em uma sessão considerada histórica e de desfecho totalmente imprevisível na capital federal.
As articulações internas indicam que o colegiado enfrenta um momento de intensa tensão e divisão. Diante de um tribunal polarizado, a definição da controvérsia pode ficar sob a responsabilidade da ministra Cármen Lúcia, apontada como a maior incógnita da sessão.
Caso haja empate na votação, caberá ao presidente da corte, Edson Fachin, exercer o voto de minerva para desempate. Além do impasse nos votos, há o risco constante de que um eventual pedido de vista paralise as deliberações a qualquer momento.
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