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Na última terça-feira, onze funcionários do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), no Distrito Federal, sofreram uma intoxicação por café. O grupo, composto por dez técnicos de enfermagem e um enfermeiro, apresentou sintomas de mal-estar após a ingestão da bebida, mas recebeu alta no mesmo dia. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) já estão investigando o incidente.
Assim que a situação foi identificada, a direção do HRSM acionou imediatamente as equipes assistenciais. O objetivo foi garantir o atendimento e acolhimento necessários aos servidores, cujos familiares foram prontamente comunicados. Todos foram avaliados e, após um período de observação no Pronto-Socorro do próprio hospital, foram liberados.
O IgesDF informou que os colaboradores permaneceram conscientes, orientados e hemodinamicamente estáveis. Não houve registro de nenhum tipo de quadro grave, e a saturação de oxigênio estava adequada em ar ambiente, confirmando a boa recuperação de todos os envolvidos.
Como medida imediata, a área onde o incidente ocorreu foi isolada para preservação do local. A coleta de materiais já foi realizada para análise, buscando identificar a causa da intoxicação. A presidente do IgesDF, Eliane Souza de Abreu, conversou com o grupo e confirmou que "clinicamente eles estão bem, inclusive o grupo está de alta médica".
Eliane Souza de Abreu também destacou que a escala de trabalho foi prontamente reorganizada para recompor o time da equipe de assistência. Essa ação visou evitar qualquer impacto nos serviços de saúde, garantindo que "nem os internados e nem tampouco os que buscariam atendimento de urgência e emergência" fossem prejudicados pelo desfalque.
Um Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado na 33ª Delegacia de Polícia para subsidiar a investigação dos fatos pela PCDF. A presidente do IgesDF ressaltou que é prematuro emitir juízos de valor sobre o ocorrido, afirmando que "a gente precisa aguardar as respostas da perícia técnica e dos laudos toxicológicos".
A Polícia Civil do Distrito Federal confirmou que os onze funcionários apresentaram náuseas, tremores e calafrios após ingerirem o café. Contudo, a PCDF ainda não sabe a marca exata do café. A investigação é dificultada pela ausência de câmeras de monitoramento no local de preparo da bebida e pelo livre acesso dos funcionários do pronto-socorro à copa.
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