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O senador Jaques Wagner (PT-BA) recebeu uma doação de R$ 533 mil de seu suplente, o ex-vereador Edvaldo Brito, para o financiamento de sua campanha eleitoral na Bahia.
Além do montante repassado por Brito, que é pai do líder do PSD na Câmara, deputado Antonio Brito, a prestação de contas enviada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registra outro repasse de R$ 50 mil efetuado pelo diretório do PT baiano.
Os dados declarados à Justiça Eleitoral revelam uma evolução expressiva nas finanças do senador. Para a eleição de 2026, Wagner informou um patrimônio de R$ 24,5 milhões, valor cerca de 630% superior aos R$ 3,3 milhões declarados em 2018. Já o patrimônio de seu suplente supera R$ 12 milhões.
Disputa acirrada pela suplência
A escolha do ocupante do posto envolveu forte movimentação política nos bastidores baianos. Além de Edvaldo Brito, cotou-se a deputada federal Lídice da Mata (PSB-BA), o ex-presidente da UPB, Quinho Tigre (PSD), e a vereadora Aladilce Souza (PCdoB).
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