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As discussões sobre as novas regras para indicação de ministros do STF ganharam destaque com propostas apresentadas recentemente por figuras políticas relevantes do país.

Ambos os lados defendem mecanismos que limitam a liberdade atual do Poder Executivo em definir os nomes para a mais alta corte de justiça brasileira.

Atualmente, a prerrogativa cabe exclusivamente ao presidente da República, que submete o escolhido à aprovação do Senado Federal após sabatina rigorosa.

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O senador Flávio Bolsonaro protocolou uma proposta de emenda à Constituição exigindo que o candidato pertença à magistratura.

Pela ideia, o escolhido deve ter idade entre 60 e 70 anos, ficha limpa disciplinar e vir de uma lista tríplice.

A seleção dessa lista seria feita por um colegiado formado por integrantes de tribunais superiores como STJ, TST e STM.

A justificativa aponta que os requisitos atuais falham em blindar o tribunal contra a indesejada politização das decisões jurídicas.

Em paralelo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugere ampliar o processo com a participação ativa da sociedade civil organizada.

Em declarações públicas, Lula argumentou que a decisão não deve ficar restrita apenas à vontade isolada do chefe do Executivo.

A criação de um conselho consultivo passaria a filtrar os perfis antes do envio definitivo da indicação ao plenário senatorial.

Dirigentes partidários também endossam a necessidade de descentralizar o poder decisório sobre a mais alta instância do judiciário nacional.

FONTE/CRÉDITOS: Redação Radar