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O pastor JB Carvalho, líder da Comunidade das Nações, defendeu em uma de suas obras escritas a destituição de Nossa Senhora Aparecida do posto de padroeira do Brasil. A declaração do líder religioso, conhecido por batizar o senador Flávio Bolsonaro, reacendeu debates sobre a laicidade do Estado e a representação de símbolos religiosos em feriados nacionais.
Em suas publicações, o pastor questionou diretamente a constitucionalidade e a legalidade do feriado nacional de 12 de outubro, dedicado à santa católica. Segundo a visão apresentada pelo autor, a oficialização de uma figura católica como símbolo do país fere o princípio de neutralidade religiosa do governo federal.
A atuação de JB Carvalho ganha relevância política devido à sua proximidade com a família Bolsonaro. A igreja liderada por ele em Brasília é frequentada por diversas autoridades e figuras influentes do cenário político conservador, tornando suas opiniões teológicas e políticas alvo de análise pública.
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