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Para o Carnaval na capital paulista, a Polícia Militar de São Paulo (PM-SP) instituiu um plano de segurança diferenciado, visando a proteção das mulheres. A estratégia inclui a mobilização de policiais militares femininas, cuja função principal será o acolhimento ágil de vítimas de importunação sexual e a imediata detenção dos responsáveis.
Essas agentes manterão comunicação contínua com a Cabine Lilás, uma iniciativa do Centro de Operações da PM (Copom). O programa, que funcionará ininterruptamente durante o período carnavalesco, oferece atendimento via 190 e é composto integralmente por policiais do sexo feminino.
O coronel Carlos Henrique Lucena, comandante do Copom de São Paulo, ressaltou a importância da Cabine Lilás ao afirmar que ela "centraliza em um único lugar todas as iniciativas do estado de proteção à mulher". Ele também destacou que "cerca de 30% das mulheres que recebem orientação pela Cabine Lilás acabam registrando o boletim de ocorrência", considerando isso "o primeiro passo para acabar com o ciclo da violência".
Para o Carnaval paulistano, a Polícia Militar de São Paulo mobilizará um contingente extra de 5,2 mil policiais militares diariamente, somando-se ao efetivo regular. Além disso, aproximadamente 2,5 mil viaturas serão empregadas para cobrir os megablocos, blocos de rua e outros eventos agendados.
A corporação informou que o plano de segurança também fará uso extensivo de recursos tecnológicos. Serão utilizadas câmeras conectadas ao programa Muralha Paulista, que emitem alertas sobre indivíduos procurados pela justiça e veículos subtraídos, além de drones para vigilância aérea em tempo real.
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