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Uma ex-delegada da Polícia Civil (PC), detida sob suspeita de furto em um minimercado de um condomínio de luxo em Goiânia, levou mais de meia hora para cometer o delito. A sequência dos fatos foi integralmente registrada pelas câmeras de segurança do estabelecimento, situado no Alphaville Araguaia.
As gravações mostram a mulher, de 42 anos, entrando no local com uma mala e uma bolsa às 10h29 da última quinta-feira, dia 29. Dentro do mercado, ela seleciona diversos itens, os ensaca e os oculta dentro dos compartimentos. Durante a execução do furto, a suspeita intercala a ação com momentos em que balança um objeto que se assemelha a um colar. Sua saída do estabelecimento, carregando a bolsa, a mala e duas sacolas adicionais, ocorreu somente às 11h06.
Este incidente representa o terceiro furto atribuído à ex-delegada somente no mês de janeiro, conforme depoimento da proprietária do mercado à Polícia Militar (PM), responsável pela sua detenção. Em comunicado oficial, a Polícia Civil (PC) esclareceu que a investigadora não integra mais o quadro ativo da corporação, tendo sido aposentada por incapacidade permanente devido a uma condição de saúde mental. (A íntegra da nota pode ser conferida a seguir).
Neste mês, a suspeita recebeu um montante de R$ 18,4 mil do Governo de Goiás. A lista de produtos subtraídos pela ex-delegada inclui leite, cápsulas de café, sacos de lixo, pão, óleo, papel higiênico, macarrão, molho de tomate, enlatados, mussarela, bolachas, conservas e sachês para gatos. Em uma das ocasiões anteriores, a mulher também teria levado R$ 35 em dinheiro, conforme apontado no registro da PM.
Confira a nota oficial da Polícia Civil:
“A Polícia Civil de Goiás informa que a mulher detida em flagrante, nesta data, por furto em um estabelecimento comercial situado em um condomínio de luxo na capital goiana, é uma ex-servidora da instituição. Ela está atualmente aposentada por incapacidade permanente, conforme os registros funcionais, devido a uma doença de natureza mental.
A Polícia Civil esclarece que os fatos em questão não possuem qualquer ligação com o exercício da atividade policial. O caso foi devidamente encaminhado à autoridade competente, e todas as medidas legais cabíveis estão sendo tomadas.”
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