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Durante entrevista ao Flow Podcast nesta quarta-feira (16), em São Paulo, o candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, subiu o tom contra a crise no STF. O político classificou a última sessão da Suprema Corte como um incentivo à desobediência civil e afirmou que a instituição vive um momento de degradação ética.
Para Caiado, a postura do tribunal na sessão anterior foi comparável a manobras raras até mesmo no Legislativo. Diante disso, ele sugeriu que o Senado Federal instaure uma comissão especial para avaliar a conduta do ministro Alexandre de Moraes, defendendo inclusive o seu eventual afastamento do cargo.
O candidato também argumentou que a governabilidade do país está sob risco. Segundo ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tomou partido no conflito e acabou se envolvendo diretamente nos embates do Judiciário. Caiado declarou que nem Lula nem o senador Flávio Bolsonaro conseguirão pacificar o cenário político nacional.
"A conciliação dos Poderes é fundamental para a governabilidade", destacou o candidato do PSD. Ele concluiu mencionando que o grupo de Flávio Bolsonaro atuou para paralisar investigações importantes, citando nominalmente os casos conhecidos como "rachadinhas" e "Dark Horse".
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