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O Senado Federal dá continuidade nesta quarta-feira (7) às discussões sobre a PEC que propõe o fim da escala 6x1. A segunda sessão ocorre um dia após o início da tramitação em plenário, retomada após meses de paralisação na Casa Alta.

A proposta prevê uma mudança na jornada de trabalho, estabelecendo cinco dias de atividade e dois de descanso por semana. O texto também reduz o limite para 40 horas semanais e já passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Governo quer acelerar votação

Embora o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirme que pretende respeitar o regimento, integrantes do governo trabalham para encurtar o calendário. O rito exige cinco sessões de discussão antes da primeira votação e outras três antes do segundo turno.

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O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (PT-AP), defende a redução do intervalo entre as etapas. A expectativa da base governista é viabilizar a votação antes do segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro.

Oposição adota estratégias

A primeira sessão foi marcada pela baixa participação de parlamentares contrários ao texto. A oposição classifica a discussão como eleitoral e busca usar estratégias para atrasar o cumprimento dos prazos regimentais exigidos pelo Senado.

Para que a PEC seja aprovada definitivamente, são necessários pelo menos 49 votos favoráveis em dois turnos de votação. As negociações políticas continuam mobilizando líderes partidários em Brasília.

FONTE/CRÉDITOS: Heloysa Camilo - Estágio DM