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A cerca de duas semanas do primeiro turno das Eleições 2026, o governo federal enfrenta forte pressão devido à escalada nos preços dos combustíveis. A alta decorre dos impactos gerados pela guerra no Oriente Médio, persistindo mesmo após a adoção de diversas medidas de compensação financeira e corte de tributos.

Desde o início do conflito internacional no fim de fevereiro, apenas o etanol registrou recuo em sua cotação média de revenda. Os demais derivados sofreram elevação, com variações que oscilam entre 3,23% e 14,45%, índice registrado pelo diesel S10, conforme levantamento oficial da ANP.

Ações e subsídios adotados

Para conter o avanço inflacionário, a administração pública aplicou subvenções diretas e isenções de PIS/Cofins. Entre as iniciativas, destacam-se créditos extraordinários milionários destinados a amortizar o valor final pago pelos consumidores nos postos de abastecimento de todo o país.

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Contudo, especialistas apontam limitações estruturais nessa estratégia. A forte dependência de importações, especialmente do diesel, reduz a eficácia plena dos repasses governamentais frente à volatilidade internacional do petróleo tipo brent.

FONTE/CRÉDITOS: Deivid Souza