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O Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou, nesta sexta-feira (7/11), o recurso do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e manteve sua condenação a 27 anos e 3 meses de prisão. Agora, o processo entra em uma nova fase antes de culminar com a prisão do ex-presidente.
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Apesar de ter tido os recursos negados pelo ministro relator Alexandre de Moraes e pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia, que compõem a Primeira Turma, Bolsonaro ainda não deve ser preso.
Com o resultado do julgamento dos embargos de declaração, a defesa de Bolsonaro agora pode entrar com os chamados segundos embargos. Só após a publicação do acórdão da decisão e do trânsito em julgado, a execução da pena pode ser determinada pelo juízo.
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1 de 5Bolsonaro na saída do hospital DF Star no domingo (14/9)
HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophoto
2 de 5O ex-presidente Jair Bolsonaro
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3 de 5O ex-presidente Jair Bolsonaro
HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophoto
4 de 5Bolsonaro na saída do hospital DF Star no domingo (14/9)
HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophoto
5 de 5Bolsonaro foi condenado pelo STF por tentativa de golpe de Estado
HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophotoA expectativa é de que, inicialmente, Bolsonaro vá para o regime fechado, provavelmente no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Hoje, Bolsonaro está em prisão domiciliar devido ao descumprimento de cautelares em outro processo.
Núcleo 1A Turma também analisa em plenário virtual os embargos dos outros condenados por trama golpista. As penas variam entre 16 e 27 anos. Moraes também votou para rejeitar os embargos dos demais condenados do núcleo crucial que entraram com recurso.
O único que optou por não recorrer foi o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, que já iniciou o cumprimento da pena e retirou a tornozeleira eletrônica no início desta semana.
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