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A Justiça de Goiás concedeu um habeas corpus que permitiu à dentista investigada pela morte do jornalista Delson Carlos responder ao processo em liberdade, em Goiânia. O crime ocorreu em 24 de agosto, quando a vítima foi encontrada morta a facada em seu próprio apartamento.
Medidas cautelares substituem a prisão preventiva
A substituição da prisão preventiva por medidas cautelares não significa a absolvição da suspeita nem o encerramento das investigações. O Judiciário entendeu que, neste momento, não persistem os requisitos legais para mantê-la na prisão.
Para garantir o andamento do processo, foram impostas restrições severas. A mulher deverá utilizar tornozeleira eletrônica, cumprir recolhimento domiciliar noturno, não contatar pessoas ligadas ao caso e não se ausentar da capital goiana.
Entenda o caso e o andamento da apuração
Delson Carlos morreu após sofrer um golpe de faca dentro de sua residência. No dia do crime, a investigada foi encontrada pelas autoridades no mesmo imóvel, apresentando sinais de alteração psicológica.
A investigação policial prossegue para esclarecer todas as circunstâncias do homicídio. Caso ocorra o descumprimento de qualquer medida imposta ou surjam novos fatos, a decretação de uma nova prisão preventiva poderá ser reavaliada pela Justiça.
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