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Líder do governo no Congresso, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) criticou veementemente, na noite desta terça-feira (8/9), a ordem expedida pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para afastar cautelarmente o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
A medida preventiva tem duração de 90 dias. A determinação de Mendonça ocorreu após o magistrado alegar ter sofrido um suposto monitoramento ilegal por mais de um mês por parte da instituição. Por meio de uma rede social, Randolfe argumentou que investigações policiais não devem ser paralisadas.
"Nunca interrompa o trabalho da polícia, nunca! Sobretudo quando estiverem investigando um banqueiro", declarou o parlamentar na publicação.
Para validar a ordem, o relator convocou uma sessão virtual visando referendar a saída de Andrei e também do delegado federal Leandro Almada da Costa, que comanda a Diretoria de Inteligência Policial da corporação.
Apesar do prazo limite estipulado até o final daquela terça-feira, a Segunda Turma do STF formou maioria rapidamente em apoio ao relator ainda no período matutino.
Os ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux anteciparam seus posicionamentos e seguiram na íntegra a determinação de André Mendonça. O decano Gilmar Mendes solicitou vista para analisar melhor o caso, restando ainda o voto pendente do ministro Dias Toffoli.
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