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O Entorno do Distrito Federal consolidou sua relevância econômica no cenário goiano durante o primeiro semestre de 2026. Conforme dados da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg), os municípios de Valparaíso de Goiás, Luziânia e Águas Lindas de Goiás emergiram como líderes no crescimento empresarial, registrando o maior volume de empresas ativas e novos negócios no estado. Essa performance destaca a região do Entorno de Goiás como um polo vibrante de empreendedorismo.
No período de janeiro a junho, Goiás testemunhou a abertura de 130.861 empresas. Desse total, 99.347 foram formalizadas como Microempreendedores Individuais (MEIs), enquanto 31.514 correspondem a outras naturezas jurídicas.
No ranking estadual de empresas ativas, Valparaíso de Goiás garantiu a quinta posição, com 30.102 negócios em operação. Luziânia a seguiu de perto, com 29.348 empresas, e Águas Lindas de Goiás registrou 27.717, evidenciando a robustez da atividade econômica local.
O dinamismo continuou em junho. Valparaíso de Goiás registrou a abertura de 422 novas empresas, Águas Lindas de Goiás contabilizou 419, e Luziânia somou 363 novos empreendimentos. Os três municípios figuram entre os dez com maior número de aberturas no estado, um indicativo claro do avanço do empreendedorismo e da expansão de investimentos no Entorno.
Capital social e investimentos
O capital social total das empresas inauguradas no estado durante o semestre superou a marca de R$ 10,35 bilhões. Desse montante, R$ 5,71 bilhões foram aportados por empresas de outras naturezas jurídicas, e R$ 4,64 bilhões representam os valores declarados pelos MEIs. Notavelmente, Goiás também viu a criação de 1.195 empresas com capital superior a R$ 500 mil, que juntas somaram investimentos de R$ 4,3 bilhões.
O presidente da Junta Comercial do Estado de Goiás, Euclides Barbo Siqueira, atribui esse crescimento empresarial à confiança dos empreendedores na economia goiana e no ambiente de negócios local. Um fator crucial que reforça essa percepção é a agilidade na abertura de empresas: em junho, o tempo médio foi de apenas 19 horas, significativamente abaixo da média nacional de 34 horas, conforme dados da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim).
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