A final da Copa do Mundo de 2022 entre Espanha e Argentina, que consagrou a seleção espanhola campeã, marcou a quarta vez na história do torneio em que a decisão do título se estendeu à prorrogação sem que nenhum gol fosse marcado nos 90 minutos regulamentares. Este cenário também ocorreu nas finais de 1994, 2010 e 2014.

Em 1994, a disputa pelo título entre Brasil e Itália terminou com um empate sem gols, sendo definida nos pênaltis, onde a Seleção Brasileira saiu vitoriosa, conquistando seu tetracampeonato.

Coincidências na história das finais

Em 2010, na África do Sul, a Espanha alcançou seu primeiro título mundial ao derrotar a Holanda por 1 a 0. O gol decisivo foi marcado por Andrés Iniesta durante a prorrogação.

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Quatro anos depois, no icônico estádio do Maracanã, Alemanha e Argentina protagonizaram uma final tensa, que permaneceu em 0 a 0 até o final do tempo regulamentar. Mario Götze, na prorrogação, selou o tetracampeonato alemão.

A recente final de 2022 apresentou notáveis semelhanças com a conquista inédita da Espanha em 2010. Ambos os jogos foram decididos na prorrogação com um placar apertado de 1 a 0, e ambos tiveram o gol da vitória marcado por jogadores que se tornaram heróis inesperados: Andrés Iniesta em 2010 e Ferran Torres em 2022.

Outro ponto em comum entre as finais de 2010 e 2022 foi a expulsão de jogadores adversários. Em 2010, o holandês John Heitinga foi expulso, enquanto em 2022, Enzo Fernández da Argentina recebeu o segundo cartão amarelo, deixando sua equipe com um jogador a menos.

FONTE/CRÉDITOS: Arthur de Souza