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Gkay entrou para o time do Salgueiro sem perder o bom humor de quem sabe exatamente o que o público comenta quando ela aparece: o bumbum. Em entrevista exclusiva a este colunista do Metrópoles, a influenciadora falou sobre a preparação para estrear como musa em 2026, comentou a fase mais leve nas redes e contou como tem sido a recepção na escola.
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Antes de falar da vida no samba, Gkay tratou logo do assunto que sempre rende curiosidade quando ela surge com um look colado ou mais ousado. E entregou o segredo.
“Tem uns procedimentos estéticos, que não nego para ninguém. Mas o maior segredo para o bumbum é academia, não adianta. Estou malhando bastante, estou fazendo muay thai. Tem que se acabar, não adianta. Faço procedimento, para dar aquela embelezada. Mas, volume mesmo, só na academia.”
Assista a entrevista completa:
Ainda na entrevista, a influenciadora também fez um balanço sobre a fase menos barulhenta das redes e o “cessar fogo” de críticas.
“É muito novo eu estar fazendo alguma coisa que não tem crítica. E tem muitos comentários positivos. Talvez seja um lugar que eu deveria estar há muito mais tempo. Se a galera está me recebendo muito bem, eu deveria estar aqui mesmo.”
Gkay contou ainda como foi o impacto de entrar num time de musas que só cresce, e que, neste Carnaval, chega com reforços de peso, como Mulher Melão, Cintia Dicker, Bruna Griphao, entre outras.
“Somos um time de musas mais unidas. Nunca pensei que ia ser tão bem recebida, principalmente pelas musas da comunidade. Elas são uns anjos na vida da gente. Ensinam passinhos que a gente precisa aprender, postura, tudo. É coisa de Deus.”
No fim, a influenciadora resumiu o sentimento de quem achou um novo território afetivo no Carnaval.
“Estou segura, estou feliz, estou ansiosa. Sinto, realmente, que era aqui que deveria estar. Para mim é tudo muito novo, me sinto como uma criança vivenciando algo assim pela primeira vez. É muito emocionante. Isso daqui é uma coisa muito grandiosa, que só entende vive. Me sinto abraçada demais, sinto que é novo e que eu queria ter estado antes. [O samba] Me abraçou, me acolheu, me sinto em casa.” 



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