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Os atendimentos do SUS foram garantidos por decisão judicial nesta quarta-feira, 30 de setembro, em Caldas Novas. A medida assegura a continuidade de serviços médicos em ginecologia e obstetrícia, incluindo partos, realizados na ala do Hospital Municipal sediada no Hospital e Maternidade Nossa Senhora Aparecida.
A determinação foi emitida pela juíza Diéssica Taís Silva, da Vara da Fazenda Pública Municipal e Ambiental.
A ação foi ajuizada pelo Município por meio do Fundo Municipal de Saúde.
O objetivo central é proteger gestantes da rede pública contra interrupções na assistência médica.
Atualmente, existem contratos administrativos vigentes até 31 de janeiro de 2027.
Esses acordos envolvem a prestação de serviços especializados e o uso de infraestrutura predial.
A estrutura provisória é utilizada enquanto avançam as obras do Hospital Municipal Dr. André Alla Filho.
A magistrada reforçou que serviços essenciais exigem continuidade.
Divergências contratuais não podem prejudicar a população.
A recusa de procedimentos obstétricos gera riscos graves a mães e bebês.
Por isso, a tutela de urgência ordenou a manutenção imediata dos plantões.
O acesso de equipes médicas autorizadas ao centro cirúrgico também foi garantido.
Prefeitura busca solução definitiva
Em paralelo à decisão, a administração municipal trabalha em alternativas permanentes.
A prioridade da Secretaria Municipal de Saúde é evitar qualquer falha na rede pública.
O Município seguirá adotando medidas jurídicas para preservar o interesse público.
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