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A Justiça Militar determinou nesta terça-feira (1/9) que dez pessoas acusadas de ataques homofóbicos contra um cabo da Aeronáutica deverão responder formalmente pelo caso, conforme decisão do STM.
O militar tornou-se alvo de ofensas após compartilhar no Instagram imagens da formatura de um curso, nas quais aparecia ao lado do marido.
As fotos foram copiadas e espalhadas em grupos de WhatsApp integrados por militares e ex-membros da Força.
Os registros geraram forte abalo emocional na vítima, que precisou buscar atendimento médico no Hospital de Força Aérea de Brasília.
Acusação atinge ex-integrantes
Em um primeiro momento, a Justiça Militar havia aceitado a denúncia apenas contra os investigados que seguiam na ativa.
Contudo, após recurso do Ministério Público Militar, o STM estabeleceu que todos os dez envolvidos devem responder ao processo, independentemente de terem deixado a instituição.
A apuração detalhou que reações isoladas ou simples permanência em grupos não sustentaram acusações, diferenciando os autores de ofensas.
O andamento processual servirá para avaliar individualmente a conduta de cada um dos suspeitos citados.
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