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O jornalismo goiano sofreu uma perda significativa com o falecimento de Ari Diógenes da Rocha, aos 82 anos. O profissional dedicou 45 anos de sua vida à área, construindo uma sólida carreira na cobertura política e na assessoria de imprensa do Governo de Goiás. Ele veio a óbito em sua residência, localizada no Setor Bela Vista, em Goiânia, na noite da última sexta-feira (25/09).
De acordo com o relato de seu filho, Rogério Diógenes, o jornalista foi vítima de uma parada cardiorrespiratória. Apesar de ter recebido os primeiros socorros prestados pelo Corpo de Bombeiros, ele não resistiu. Ari lidava com hipertensão, diabetes e um quadro de arritmia que se agravou ao longo dos últimos anos.
Sua trajetória profissional confunde-se com a própria história da comunicação pública no estado. Atuando como repórter político, ele integrou a equipe de assessoria do Palácio das Esmeraldas desde a gestão de Otávio Lage, iniciada em 1965, prestando serviços em diversos governos seguintes.
Devido à sua extensa permanência no serviço público, Ari tornou-se uma figura emblemática entre autoridades, servidores e repórteres. Ele testemunhou os momentos mais marcantes da política estadual e conviveu com múltiplas gerações de profissionais da imprensa local.
Sua contribuição foi formalmente reconhecida em 2014, quando recebeu a proposta de concessão do Título Honorífico de Cidadão Goiano na Assembleia Legislativa de Goiás.
Ari Diógenes deixa três filhos — sendo um já falecido — e quatro netos. Mesmo após se aposentar, continuou sendo lembrado como um símbolo de dedicação e ética entre colegas de profissão.
O velório foi agendado para este sábado (26/09), a partir das 9h30, na Sala 01 do Cemitério Parque Memorial de Goiânia, com sepultamento previsto para o mesmo local até as 17h30.
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