GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

O estado de São Paulo registrou mais de 4,3 mil denúncias de propaganda irregular desde o início oficial da disputa nas eleições de 2026, em 16 de agosto. O volume expressivo alcança, em menos de um mês, cerca de 76% de todas as queixas contabilizadas durante o pleito de 2022.

Dados divulgados pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) apontam mais de 4.360 ocorrências espalhadas por 258 municípios paulistas. As informações constam no Pardal, sistema oficial da Justiça Eleitoral.

Durante todo o ciclo eleitoral de 2022, o estado contabilizou 5.748 notificações em 296 cidades. O ritmo atual indica uma intensificação na fiscalização e na participação popular neste ano.

Publicidade
Publicidade

Leia Também:

As queixas no território paulista representam 18% do total nacional, que já soma aproximadamente 24,1 mil registros em todo o Brasil. A capital lidera o ranking estadual com 919 casos.

Candidatos a deputado federal encabeçam a lista de alvos, somando 2.008 notificações. Em seguida aparecem os postulantes a deputado estadual, com 1.814 registros até o momento.

Tipos de infrações mais comuns

Mais da metade dos apontamentos refere-se a inserções em vias públicas, totalizando 2.383 ocorrências. O número representa quase 55% de todas as queixas recebidas pelo sistema.

Outros registros envolvem bens públicos, com 438 casos, e irregularidades cometidas no ambiente da internet, somando 381 notificações.

A legislação proíbe veementemente peças publicitárias em postes, viadutos, passarelas e pontos de ônibus. O uso de outdoors e de estruturas com efeito visual semelhante também segue vedado.

Como utilizar o aplicativo Pardal

As notificações podem ser enviadas por meio do aplicativo gratuito da Justiça Eleitoral, compatível com os sistemas Android e iOS.

O TRE-SP informou que 53,8% dos registros vieram de celulares Android, enquanto os iPhones representam cerca de 41% das transmissões. O restante chegou via cartórios eleitorais.

FONTE/CRÉDITOS: Victor Aguiar