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Na noite de segunda-feira, 20 de julho, um sargento da Polícia Militar de Minas Gerais foi detido em Belo Horizonte após levar sua esposa, a capitã Michele Leão Azevedo, já sem vida e com múltiplas lesões, ao Hospital Odilon Behrens. A prisão ocorreu devido a inconsistências no relato do marido e à descoberta de evidências suspeitas, levantando sérias dúvidas sobre a causa da morte da policial.
O sargento, identificado apenas como Eduardo, inicialmente informou à equipe médica que a companheira havia sofrido uma queda de escada. Contudo, a natureza das lesões no corpo da capitã gerou desconfiança entre os profissionais de saúde, que prontamente acionaram a Polícia Militar através do número 190.
A situação do sargento se agravou quando ele foi flagrado descartando uma caixa contendo comprimidos, supostamente ecstasy, em um dos banheiros da unidade hospitalar. Este ato foi registrado no Boletim de Ocorrência, reforçando as suspeitas das autoridades.
Em seu depoimento inicial, Eduardo teria relatado que ele e a esposa haviam consumido drogas juntos após uma festa em sua residência. Ele também afirmou que os dois tiveram relações sexuais consensuais antes do suposto acidente na escada.
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