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O ministro André Mendonça, integrante do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ficou encarregado da relatoria de uma ação movida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A medida judicial solicita a liberação dos sigilos fiscal, bancário e telefônico do próprio petista, sob a condição de que o oponente Flávio Bolsonaro (PL) adote idêntico procedimento.

A petição formalizou-se nesta terça-feira (20/10). O movimento ocorreu na sequência do desafio lançado por Lula durante um debate televisivo na Band, realizado no último domingo (18). A pretensão é que tais informações sejam tornadas públicas antes da quarta-feira seguinte (21).

O documento requer a extensão da quebra de sigilo aos familiares e sócios de ambos os concorrentes ao cargo presidencial. Tal abrangência atinge Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha e alvo de apurações conduzidas pela Polícia Federal.

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Conforme o texto da petição, a exigência alcança as pessoas jurídicas administradas pelos candidatos ou nas quaisfigurem como sócios. O mesmo vale para contas que tenham eles como responsáveis financeiros ou usuários principais.

Vale lembrar que Flávio é investigado em inquérito que examina indícios de lavagem de dinheiro envolvendo o advogado Willer Tomaz. Entre os elementos sob análise, destaca-se uma conta da Alcazar Holding, da qual o parlamentar era apontado como usuário master.

Por fim, a defesa argumenta que a transparência prévia é essencial. A divulgação pública antes de quarta-feira (21.10.2026) serviria para assegurar que o eleitorado brasileiro receba informações adequadas para o pleito.

FONTE/CRÉDITOS: Redação Radar / Agência Brasil