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O ministro André Mendonça, integrante do STF, determinou nesta quinta-feira (5) a concessão de prisão domiciliar ao empresário Maurício Camisotti. O investigado é alvo de apurações sobre descontos irregulares aplicados nos benefícios pagos pelo INSS.
A medida substitui a detenção preventiva que vigorava desde setembro de 2025. Conforme a determinação judicial, que permanece sob sigilo, o investigado deverá cumprir exigências cautelares diversas.
Entre as determinações impostas pela corte estão o monitoramento por tornozeleira eletrônica e a proibição expressa de manter comunicação com os demais suspeitos envolvidos no caso.
Em nota oficial, a defesa técnica avaliou que a soltura reforça o entendimento de que a detenção anterior perdeu o cabimento. Os advogados ressaltaram que o cliente não colocou em risco o andamento das apurações.
O comunicado jurídico ainda pontua que a medida respeita a legislação vigente, evitando que a custódia provisória funcione como uma punição antecipada. A defesa garantiu o cumprimento integral das restrições impostas até o desfecho do processo.
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