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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) revelou um crescimento de 0,1% na atividade econômica do Brasil em maio, na comparação com o mês anterior (abril de 2026), considerando o ajuste sazonal. Divulgado nesta sexta-feira (17) pela autoridade monetária, o indicador também apontou um avanço de 1,4% nos últimos 12 meses e de 0,7% no trimestre, consolidando-se como uma importante prévia do Produto Interno Bruto (PIB).
O Banco Central esclarece que o IBC-Br atua como um indicador complementar ao Produto Interno Bruto (PIB), que representa a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Enquanto o PIB oferece uma perspectiva consolidada, o índice do BC é crucial para compreender o dinamismo da atividade econômica em tempo real, funcionando como uma valiosa prévia do desempenho geral da economia brasileira.
Para sua composição, o IBC-Br analisa os dados de desempenho dos principais setores produtivos: indústria, serviços e agropecuária.
Desempenho setorial: Indústria, serviços e agropecuária
Detalhando os setores, a indústria registrou um crescimento de 0,4% em maio frente a abril, enquanto o setor de serviços apresentou uma alta mais modesta de 0,1%.
Em contraste, a agropecuária teve um resultado negativo, com um recuo de 1% no período, impactando o índice geral.
O Banco Central ressaltou que, se não fosse o desempenho desfavorável do setor agropecuário, a economia brasileira teria demonstrado um avanço mais robusto, estimado em 0,2% no mês.
A relevância do IBC-Br estende-se à formulação da política monetária, auxiliando o Banco Central em suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, atualmente fixada em 14,25% ao ano.
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