O porta-aviões USS Lincoln enfrenta uma grave crise após ultrapassar a marca de 250 dias consecutivos em missão no mar. A embarcação havia sido enviada ao Oriente Médio para prestar suporte estratégico às operações militares dos Estados Unidos na região.

Normalmente, o tempo limite de embarque para os 5 mil tripulantes gira em torno de seis meses, ou seja, 180 dias. O excedente gerou forte desgaste físico e psicológico na tropa.

Reports veiculados pela mídia norte-americana apontam que familiares relataram problemas críticos de saúde mental entre os marinheiros. Há menções a saneamento precário, encanamentos danificados e escassez de suprimentos alimentares.

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Diante do cenário de exaustão, o governo norte-americano determinou o deslocamento do porta-aviões USS George Washington para assumir a posição e render a tripulação esgotada.

Repercussão política e negativa oficial

Apesar das denúncias trazidas a público, representantes do governo negam veementemente que a embarcação esteja enfrentando falhas estruturais graves ou colapso logístico.

O secretário de Defesa, Pete Hegseth, classificou as acusações divulgadas recentemente como relatos completamente distorcidos da realidade a bordo.

Em contrapartida, parlamentares como o senador Ruben Gallego contestaram publicamente a versão oficial. Ele afirmou estar em contato direto com familiares que relatam militares levados ao limite.

Histórico da missão

O USS Lincoln pertence à classe Nimitz, reconhecida por abrigar alguns dos maiores navios de guerra em operação globalmente na atualidade.

A embarcação zarpou da Califórnia no mês de novembro com destino inicial ao Mar da China Meridional, mas acabou redirecionada ao Oriente Médio antes de fevereiro.

FONTE/CRÉDITOS: Thays Martins