Documentos do Centro Internacional de Cooperação Policial, liderados pelo FBI, revelaram um plano contra Messi no AT&T Stadium, no Texas. Durante o torneio internacional, um homem telefonou para o aeroporto de Dallas alegando que atacaria o astro argentino e a polícia utilizando um fuzil AR-15 e bombas caseiras no dia 27 de junho.

A divulgação das investigações foi feita pelo jornal espanhol La Información. Os relatórios oficiais apontam que o camisa 10 da Argentina foi a figura mais ameaçada de todo o campeonato, enquanto outros atletas e membros da arbitragem também viraram alvos constantes de intimidações extremas.

Outras estrelas e árbitros viraram alvos

Além do argentino, o atacante Cristiano Ronaldo sofreu forte assédio. Um homem chegou a ser detido por funcionários da Fifa após tentar obter informações sigilosas sobre a hospedagem da seleção portuguesa no dia 16 de junho. A arbitragem também enfrentou momentos críticos durante a competição.

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O juiz francês François Letexier recebeu mais de 6 mil mensagens com ameaças diretas no WhatsApp após apitar a partida entre Argentina e Egito, em Atlanta. O volume de hostilidades exigiu proteção policial para a casa e a família do árbitro na França, além de gerar checagens de segurança no estádio.

Ameaças registradas contra atletas

Outras ocorrências graves envolveram o norueguês Alexander Sorloth e o colombiano Jaminton Campaz, ambos ameaçados de morte após falhas em suas partidas. Situação parecida viveu o zagueiro francês Lucas Digne, hostilizado por cometer um pênalti, e a seleção da Coreia do Sul, que precisou de escolta policial total para deixar o país após ser eliminada.

FONTE/CRÉDITOS: Lorena Pacheco