GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

O governo federal e órgãos como o Ministério Público do Trabalho (MPT) anunciaram nesta quarta-feira (28) medidas severas contra empresas que praticarem assédio eleitoral, incluindo pressões ou demissões motivadas por preferências políticas.

Durante coletiva, o ministro Luiz Marinho revelou que o governo estuda criar uma lista com nomes de companhias infratoras no Brasil.

Essa relação resultará em sanções como a restrição de créditos públicos.

Publicidade

Leia Também:

Uma força-tarefa foi montada para coibir tais abusos trabalhistas.

O intuito é expor publicamente negócios que atentem contra os direitos dos funcionários.

O Banco Central será acionado para comunicar a rede financeira sobre os infratores.

Aumento preocupante de casos

O procurador Maurício Coentro Pais de Mello informou que o MPT recebeu 1.140 denúncias nos últimos três dias.

O volume representa quase um terço do total registrado desde o início da campanha.

Luiz Marinho reforçou que a Constituição garante a livre escolha política de qualquer cidadão.

Alerta do tribunal

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, alertou empregadores sobre os riscos econômicos dessa conduta.

A resposta judicial promete ser rigorosa e rápida.

Denúncias podem ser feitas nos canais oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego e do MPT.

Fiscalização digital

Adhemar Borges, representante do Ministério da Justiça, lembrou que as plataformas digitais devem remover conteúdos ilícitos proativamente.

O monitoramento busca coibir opressões e restrições à liberdade de voto na internet.

FONTE/CRÉDITOS: Luiz Claudio Ferreira - Repórter da Agência Brasil